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| Seminarista João Batista |
Nos primeiros dias, ao encontrar-me com as pessoas nas comunidades, percebi a alegria no rosto destas pessoas que na sua expressão e maneira de ser revelavam o Deus encarnado, acompanhado de um sentimento de familiariedade. Recordando o evangelho, “o Senhor designou outros setenta e dois, e os enviou dois a dois à sua frente cada cidade e lugar aonde Ele próprio devia ir...” (cf. Lc 10,1). Em alguns momentos, questionava-me diante de Deus no confronto com a sua palavra a partir da experiência de missão e realidade encontrada.
Para mim a missão como primeira escola no aprendizado de ser discípulo missionário, foi uma graça de Deus, pois durante a ação missionária, foram dias de profundo contato com uma nova realidade presenciada em cada família visitada. Ao final possibilitava-me fazer uma reflexão acerca de minha pessoa.
Um dos aspectos fundamentais de grande importância foi o despojamento, o desapego aos bens matérias, o que a mim proporcionou viver melhor no meio do povo e entendê-lo com abertura e amor. O entusiasmo que presenciei por parte das pessoas marcou a minha vida, senti-me ligado a elas, a ponto de compreender seus anseios, sua expectativa de vida, com seus sonhos a partir de uma fé fortalecida dando condições para superar as dificuldades.
Assim, peço ao Senhor que me conceda a graça da perseverança na caminhada e me leve para onde o Senhor me chamar na condição de autêntico discípulo missionário.
João Batista (Seminarista da Diocese de Santarém)
Informativo Missionário Ano 4, n° 08 – junho de 2011

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